Há uma série de divergências sobre o uso dos termos “tipologia” e “tipografia” entre os profissionais do design gráfico.
Tipografia se refere, basicamente, ao processo de impressão dos tipos. Antes do uso dos computadores, este processo era mecânico, com tipos confeccionados em metal e montados um a um, de modo que o processo de produção de uma página de texto demandava tempo e trabalho inadmissíveis nos dias atuais.
Já quando falamos em tipologia, devemos pensar no estudo da formação dos tipos, sobretudo em relação às suas formas, aparência geral e distribuição na peça gráfica.
Apesar da diferença de conceitos, o uso dos dois termos se confunde, de modo que admite-se, sem qualquer problema, o uso de “tipografia” ou “tipologia” quando o assunto envolve a produção de textos. Também o termo “fonte” (família do tipo) é frequentemente substituído pelo termo “tipo” nos dias atuais, sem qualquer prejuízo à compreensão.
O conhecimento das técnicas tipográficas é essencial ao designer. O uso da tipografia é primordial para quem trabalha com diagramação, ou seja, para quem promove o equilíbrio da relação entre o(s) texto(s) e a(s) imagem(ns) numa peça gráfica. Logo, a tipografia pode ser considerada um dos pilares do design gráfico e um assunto fundamental nas discussões sobre o uso do texto impresso com forma de comunicação sofisticada e complexa.
